{"id":14484,"date":"2023-06-05T21:59:12","date_gmt":"2023-06-06T00:59:12","guid":{"rendered":"https:\/\/ocaa.org.br\/?post_type=publicacao&#038;p=14484"},"modified":"2023-06-05T21:59:12","modified_gmt":"2023-06-06T00:59:12","slug":"a-castanha-da-amazonia-aspectos-economicos-e-mercadologicos-da-cadeia-de-valor","status":"publish","type":"publicacao","link":"https:\/\/ocaa.org.br\/en\/publicacao\/a-castanha-da-amazonia-aspectos-economicos-e-mercadologicos-da-cadeia-de-valor\/","title":{"rendered":"A Castanha-da-Amaz\u00f4nia: Aspectos Econ\u00f4micos e Mercadol\u00f3gicos da Cadeia de Valor"},"content":{"rendered":"<p>Saud\u00e1vel, amaz\u00f4nica, protetora de florestas, de culturas e de tradi\u00e7\u00f5es e com papel fundamental para a economia da sociobiodiversidade brasileira, a castanha-da-amaz\u00f4nia movimenta mais de R$ 2 bilh\u00f5es por ano, mas ainda remunera mal os principais atores da cadeia de valor: os castanheiros e as castanheiras. \u00c9 o que aponta o estudo\u00a0\u201cA Castanha-da-Amaz\u00f4nia: Aspectos Econ\u00f4micos e Mercadol\u00f3gicos da Cadeia de Valor\u201d, publicado pelo\u00a0Observat\u00f3rio Castanha-da-Amaz\u00f4nia (OCA)\u00a0nesta quinta-feira (20\/4) e\u00a0dispon\u00edvel para download na Biblioteca do Observat\u00f3rio.<\/p>\n<p>\u201cO estudo mostra que a castanha-da-amaz\u00f4nia tem um potencial de gera\u00e7\u00e3o de renda enorme em todos os sete estados produtores, mas a forma como a cadeia de valor \u00e9 estruturada n\u00e3o permite que esse potencial se materialize na forma de remunera\u00e7\u00e3o adequada para os mais de 60 mil produtores espalhados pela regi\u00e3o\u201d, afirma Luiz Brasi Filho, Coordenador da rede Origens Brasil\u00ae no Imaflora. Brasi conta que o documento lan\u00e7ado agora traz uma vis\u00e3o ainda mais aprofundada da cadeia da castanha, que j\u00e1 tinha sido objeto de estudo da organiza\u00e7\u00e3o em\u00a02016\u00a0e foi agora atualizado em parceria com o\u00a0OCA.<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"template":"","tags":[],"tipo":[467],"translation":{"provider":"WPGlobus","version":"2.7.3","language":"en","enabled_languages":["br","en","es"],"languages":{"br":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"en":{"title":false,"content":false,"excerpt":false},"es":{"title":false,"content":false,"excerpt":false}}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ocaa.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/publicacao\/14484"}],"collection":[{"href":"https:\/\/ocaa.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/publicacao"}],"about":[{"href":"https:\/\/ocaa.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/publicacao"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ocaa.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14484"}],"wp:term":[{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ocaa.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14484"},{"taxonomy":"tipo","embeddable":true,"href":"https:\/\/ocaa.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tipo?post=14484"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}